UOL Estilo Casa e Imóveis

Balanço, em

Parte de uma construção que excede sua base de apoio e fica sem estrutura de sustentação aparente.

Barrilete

Nas instalações hidráulicas de prédios, a canalização central, localizada abaixo da caixa d'água, a partir da qual se distribui água às diversas colunas em prumada.

Barroco

Estética surgida no século 17, na Itália, como meio de difusão da fé na Igreja e no Estado - motivo pelo qual as principais construções são igrejas e edifícios públicos. Caracteriza-se por libertar-se de normas e convenções da geometria e da simetria. As fachadas são ondulantes e decoradas com esculturas; o interior dos ambientes é repleto de madeira entalhada recoberta de dourado. O exagero de formas e a mistura de texturas transmitem a ideia de dramaticidade e representam a opulência da sociedade da época. O italiano Francesco Borromini (1599-1667) foi um dos principais nomes da arquitetura barroca, assim como Lorenzo Bernini (1598-1680) o foi nas artes. No Brasil, o maior nome do barroco é Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

Brise soleil

Dispositivo empregado para bloquear a incidência direta de radiação solar nos interiores de um edifício, evitando-se, assim, a manifestação de temperaturas elevadas. Usados por Oscar Niemeyer na fachada do edifício Copan (1951), em São Paulo.

Brutalismo

Movimento arquitetônico originado na década de 1950 e desenvolvido por arquitetos ligados ao Modernismo, o Brutalismo repudia a ornamentação e busca ressaltar a "verdade estrutural" das edificações, deixando expostos os elementos formadores da estrutura, feitos de concreto armado ou de perfis metálicos. São considerados exemplares de arquitetura brutalista o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1953), de Affonso Eduardo Reidy, o Ginásio do Clube Paulistano (1958), de Paulo Mendes da Rocha e João Edurado de Gennaro; o Museu de Arte de São Paulo (1958), de Lina Bo Bardi; a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1961), de Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi; e o Tribunal de Contas de São Paulo (1971), de Plinio Croce, Roberto Aflalo e Giancarlo Gasperini.

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